SEX 26 JUN 21:00
AUDITÓRIO MULTIMEIOS
Clube do Tricot de Diogo Abrantes & João Rito | PRT | 5’
Miguel, um entregador, deixa um novelo de fio vermelho num clube de tricô gerido por três avós excessivamente empenhadas. Quando elas insistem para que ele fique para o chá, ele descobre que elas levam o seu ofício muito a sério e que está prestes a tornar-se a sua mais recente obra-prima.
Olhos, Olhos, Nariz, Boca de Sofia Santa-Rita | PRT | 16’
NABIA de Sabrina D. Marques | PRT | 15’
Inspirada na lenda de NABIA, a deusa dos rios e das águas na mitologia galego-portuguesa, apresenta-se uma narrativa alegórica muda, que celebra a integração dos ciclos humanos nos ciclos naturais, na medida em que a harmonia o permite.
Aprender a Ver de José Freitas | PRT | 12’
Um realizador procura compreender a paixão e o fascínio do seu irmão mais velho pelos carros, ao documentar vários espaços onde esta máquina influencia a dinâmica social. Uma abordagem que procura humanizar uma comunidade frequentemente estigmatizada, mas profundamente enraizada na sua busca por pertença e expressão pessoal. Uma tentativa de transformar um motivo de afastamento familiar numa motivação para a reconexão.
Not Even The Sun de Andrea Marcelino | PRT, CAN | 9’
Not Even The Sun é um retrato íntimo de uma jovem mulher que vive o fim de uma relação numa terra estrangeira. É contada na perspetiva da protagonista feminina (Deragh Campbell), a situação de vida precária de uma jovem canadiana e a tensão crescente entre ela e o namorado (Santiago Blanco Choya) chegam finalmente a um ponto de ruptura na Espanha rural.
TGX de André Senra Azevedo | PRT | 8’
Depois da Revolução dos Cravos, Portugal tornou-se numa democracia e abriu-se para o mundo. Uma das suas consequências foi a importação de filmes eróticos e pornográficos. Este documentário conta a história de como estes filmes chegaram ao Theatro Gil Vicente, um cineteatro emblemático de Barcelos.
My bed is a prison de Joanna Nepheli da Silva Stamoulis | PRT, DEU | 14’
Entre Outubro a Dezembro de 2024, uma câmara de segurança filma todos os meus movimentos enquanto deitada na cama. Aos poucos, a cama, símbolo de conforto e segurança, tornou-se o meu refúgio do mundo e a minha forma de reprimir quem eu era. Mas ninguém consegue esconder-se para sempre.