Lince de Prata - Experimental #2

24/06

19h30

Auditório Casino Espinho

Legendado em Português e Inglês

 

 

Tomorrow is a Water Palace de Juanita Onzaga | BEL | 15’

Sybille é a última pessoa viva em um planeta sem história ou água.
Ela vagueia por terras áridas, viajando através de visões estranhas.
Entidades com mais memória do que humanos se comunicam com ela.
Como persuadir o espírito das águas a voltar à terra?

 

 

 

 

Parade de Ines Sieulle | FRA | 20’

Um médico do turno da noite caminha por uma vila invadida pela mosca Wohlfahrtia Magnifica. As atividades turísticas de inverno em Bessans, internas e externas, convivem com a ruralidade dos moradores locais.

 

 

 


Whirlwinds de Adriana Jamisse & Sara Carneirov | MOZ | 17’

"Whirlwinds" explora paisagens visuais, emocionais e de movimento relacionadas à experiência de ansiedade patológica.
É uma partilha desse mundo interior recorrendo ao simbolismo e à performance baseada no corpo explorando as diferentes facetas da experiência da ansiedade debilitante. O vento aparece como uma metáfora para o estado emocional, pois sua passagem cíclica e muitas vezes caótica afeta poderosamente o mundo material, mas é em si invisível e disforme.
Mais do que uma conversa visual entre a ansiedade, o corpo e os elementos naturais, "Whirlwinds" é um vislumbre de uma viagem emocional íntima e de esforços psicológicos.

 

 

 


Are You OK de Mattis Ohana Goksøyr | NOR | 4’

Sara experimenta o orgasmo de outra mulher e ganha uma nova visão da vida.

 

 

 

 

Motorcyclist’s Happiness Won’t Fit Into His Suit de Gabriel Herrera | MEX | 10’

Lá ele se senta orgulhoso em sua linda moto que ele nunca emprestaria a ninguém. Ele está certo de que só ele pode explorar a selva. Uma encenação lúdica com papéis invertidos que visa a arrogância dos conquistadores coloniais.

 

 

 


The Land of Cruciform Sun de Aleš Zůbek | CZE | 12’

As bacias hidrográficas tornaram-se uma incubadora de matéria cristalina que lentamente supera os objetos e todo o ecossistema cujo tempo se esgotou. Um momento de refração infinita começa.

 

 

 

 

Changing Skin de Maxime Coton | BEL | 6

Somos pequenos milagres. Os pequeninos, mesmo, que nunca param de trocar nossas peles, uma e outra vez. O mundo se acomoda em nosso suor. Sozinho, porém, sem memória do que nos levou a esta vida que os invejosos afirmam ser nossa. Esquecidas, as peles caem uma após a outra, como carícias que — muito mais que nossas células, na verdade — as criam, essas peles, que não são nossas nem de outros, independentemente da energia que gastamos, à noite, trocando-as.