Secções competitivas

O FEST 2018 contará com as habituais secções competitivas; premiando e exibindo alguns dos mais inovadores e essenciais trabalhos lançados nos ultimos 12 meses, vindos de todos os cantos do planeta. Cada secção será focada num determinado estilo e/ou formato.

Mais uma vez, o programa será temperado por uma incessante procura por novos discursos cinematográficos, novas interpretações da sétima arte, sempre consciente de que o cinema vive em constante mutação, e que é no chamado “Cinema Jovem” ou “Novo Cinema” que esta demanda se assume e persiste na forma mais pura.  

Competição Lince de Ouro

Esta competição foca-se em primeiras e segundas longas-metragens de algumas das mais notáveis e ousadas novas figuras da cena internacional. Nascida da nossa antiga competição Castelo de Prata, este novo formato tem vindo a exibir anualmente alguns trabalhos de autenticidade invulgar, por artistas como Kyle Patrick Alvarez (EUA), Rúnar Rúnnarson (Islândia), Sebastian Silva (Chile), Dome Karuskoski (Finlândia), Rob Savage (Reino Unido), David Pablos (México), Giedre Zickyte (Lituânia) and Ian Lorenos (Filipinas), entre muitos outros. Sendo uma oportunidade única para descobrir algumas da vozes mais inspiradas do momento, esta competição já representou um boost significativo para obras como “The Fits” de Anna Rose Holmer (EUA), “Victoria” de Maya Vitkova (Bulgária), “Dancing with Maria” de Ivan Gregolet (Argentina), “Mother of George” de Andrew Dosumnu (USA), “Violet” de Bas Devos (Bélgica) ou “Aloys” de Tobias Nolle (Suíça).

 

Competição Lince de Prata

O Lince de Prata é uma competição de curtas-metragens que tenciona lançar cineastas até aos 30 anos de idade, cobrindo quatro formatos diferentes: Ficção, Documentário, Animação e Cinema Experimental. Nomes como Govinda Van Maele (Luxemburgo), Christos Massalas (Grécia), Mati Diop (França), Adriano Valerio (Italia) ou Lukasz Ostalski (Polónia), nomes que explodiram recentemente na cena internacional, deram os seus primeiros passos nesta secção. Ao longo dos anos, esta competição foi alvo de muito atenção, já que proporcionou um olhar profundo a obras extraordinárias como “Everything will be ok” de Patrick Vollrath (Alemenha), “Afro” de Ninja Thyberg (Suécia), “La Reina” de Manuel Abramovich (Argentina), “Come and Play” de Daria Belova (Russia), “Leidi” de Simon Mésa Soto (Colombia), “Fragments” de Aga Woszczynska (Polónia), ou “The Meadow” de Jela Hasler (Suíça), entre centenas de outros.

 

Grande Prémio Nacional

Obviamente que a cena de cinema nacional assume uma posição de destaque no FEST, com filmes portugueses espalhados um pouco por todo o programa, para além de uma competição destinada apenas a obras nacionais. Salomé Lamas, Basil da Cunha, Pedro Augusto Almeida, Diogo Costa Amarante, Jorge Quintela, Rita Quelhas, Ico Costa, Pedro Lino, Mariana Gaivão, Bruno Carnide, Ricardo Leite ou Bernardo Lopes, são todos nomes que recentemente contribuiram para tornar Portugal num foco de criatividade cinematográfica a nível mundial, e todos já passaram pelo nosso “filtro”. “Caça Revoluções” de Margarida Rego, “A Balada de um Batráquio” de Leonor Teles, “Born in Luanda” de Cristèle Alves Meira, ou “Ascensão” de Pedro Peralta são apenas alguns dos títulos de novos cineastas portugueses que deixaram uma marca significativa entre as audiências do FEST. Em 2018, o cinema português estará de novo, e com todo o mérito, numa posição de destaque.

 

NEXXT

Um festival que ambiciona descobrir os mais recentes talentos da produção de cinema nunca se poderia manter muito longe dos círculos académicos, onde as novas vozes criativas vivem em contante incubação. Através de uma extensa rede de escolas, institutos de cinema e artes audiovisuais, construída nos últimos 15 anos, o FEST criou o NEXXT, uma competição de cinema académico abrangente que tenciona provar a todos que o brilhantismo não tem limite de idade. Tal como nas edições anteriores, 2018 contará também com os melhores trabalhos de algumas das mais prestigiadas instituíções de ensino, como são os exemplos UNATC (Roménia), Wadja School (Polónia), ECIB (Espanha), EICAR (França), Centro de Capacitacion Cinematografica (México), ESTC (Portugal), DBS Film (Alemanha), Moholy-Nagy University of Arts and Design Budapest (Hungria), London Film School (Reino Unido), Baltic Film and Media School (Estónia), Prague Film School (Republica Checa), KASK (Bélgica), Dublin Institute of Technology (Rep. Irlanda), DFFB (Alemanha), University of Creative Arts (Reino Unido) or Universidade Lusófona (Portugal), entre muitas outras.

  

FESTinha

Originalmente um conjunto de sessões infantis, a FESTinha tem sido uma das secções em maior expansão no nosso evento, abrindo o alcance e audiência do festival. Quatro júris diferentes, compostos por crianças e adolescentes de idades diferentes, vão analisar quatro blocos de curtas-metragens especificadas para cada faixa etária. Através de um método de workshop especializado, os membros do júri vão aprender como olhar para um filme de formas diferentes, considerar vários aspectos ligados à produção de cinema e contrução da narrativa. E no final este júri de palmo e meio vai galardoar quatro produções diferentes.